Segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning, o chefe diplomático sublinhou a posição do gigante asiático durante uma conversa telefónica com o secretário de Estado americano, Antony Blinken.
O ministro manifestou o repúdio de Pequim ao ataque contra a embaixada iraniana na Síria, sublinhando que a segurança das instituições diplomáticas não deve ser violada e que a soberania destes dois países deve ser respeitada. Na opinião do ministro dos Negócios Estrangeiros, a prioridade imediata é acabar rapidamente com o conflito em Gaza.
“A China apela a todas as partes envolvidas para que cumpram eficazmente a Resolução 2728 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, parem imediatamente as hostilidades e evitem uma grande crise humanitária”, disse ele a Blinken.
Wang reiterou que a China continuará o seu papel construtivo baseado na justiça e contribuirá para a redução da tensão na região.
Israel está hoje em alerta máximo face à resposta prometida pelo Irão ao ataque ao seu consulado em Damasco, na Síria, que causou a morte de numerosas pessoas, incluindo dois generais.
A imprensa revelou que o Governo e o Exército consideram que Teerão lançará uma retaliação contra aquele país, embora a sua extensão seja desconhecida.
O Irã acusou a administração de Benjamin Netanyahu de realizar um ataque contra o seu consulado na capital síria em 1 de abril, que levou à morte de comandantes do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica.
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