Junto a expressões de solidariedade com a ilha caribenha, apontaram o cerco econômico de Washington como a principal causa da atual crise energética em Cuba.
A declaração do PCE e do PCP foi feita no dia anterior, quando, com 187 votos a favor, dois contra e uma abstenção, o projeto de resolução apresentado por Cuba contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos triunfou mais uma vez.
Recentemente, Cuba viveu uma situação extrema em seu sistema energético, que causou interrupções no fornecimento de eletricidade, comentaram as organizações, que ao mesmo tempo destacaram que essas dificuldades foram “completamente resolvidas nas últimas horas” graças aos esforços realizados pelas autoridades cubanas.
No texto publicado pelo Mundo Obrero, indicaram que o bloqueio é uma “política criminosa” que busca “sufocar Cuba e seu povo, e impor a dominação do imperialismo”.
Eles aproveitaram a oportunidade para destacar que essas medidas coercitivas foram rejeitadas em várias ocasiões pela Assembleia Geral das Nações Unidas, considerando-as contrárias ao direito internacional.
O documento afirma que a política dos EUA em relação a Cuba “é cruel e desumana e viola os principais objetivos da Carta das Nações Unidas e do direito internacional”.
Nesse sentido, o PCE e o PCP exigem três ações concretas: o levantamento do bloqueio; a retirada de Cuba da lista dos EUA de “países que promovem o terrorismo”; e o fim de todas as medidas coercitivas unilaterais.
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