De acordo com a agência de notícias TK, os deputados dos partidos da coalizão governista e do Partido Pirata Tcheco, que recentemente deixou suas fileiras, votaram a favor da adoção da resolução.
A reunião não contou com a presença de parlamentares do maior movimento político de oposição, a ANO (Ação dos Cidadãos Insatisfeitos), nem do movimento de oposição Liberdade e Democracia Direta.
Suas ações foram percebidas pelos demais colegas, de acordo com a agência, como uma tentativa de transformar a discussão de uma questão extremamente importante em um espetáculo para as câmeras de televisão.
Enquanto isso, o líder da ANO e ex-primeiro-ministro tcheco Andrej BabiÅí descreveu a decisão dos partidos governistas de realizar debates sobre essas questões como uma tentativa de silenciar a oposição parlamentar e privar o público da oportunidade de ouvir sua opinião.
De acordo com a agência, durante a reunião, os eurodeputados presentes pediram o fortalecimento do potencial industrial de defesa e defesa da Europa e defenderam a continuidade do apoio à Ucrânia.
Em 5 de março, o governo tcheco aprovou um aumento anual nos gastos com defesa do país em 0,2% do PIB por cinco anos.
Em 2026, eles deverão atingir 2,2% do PIB e, em 2030, 3%.
De acordo com o primeiro-ministro do país, Petr Fiala, isso se deve à necessidade de responder aos processos geopolíticos em andamento, nos quais os países europeus são obrigados, segundo ele, a assumir a responsabilidade por sua própria segurança e defesa.
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