Em sua conta na rede social X, o ministro hondurenho das Relações Exteriores, Enrique Reina, confirmou que o processo de transferência ocorreu no dia anterior, de forma ordenada e segura, na base militar conjunta Soto Cano, localizada em Palmerola, na região central do país.
Como nas duas ocasiões anteriores, a operação humanitária foi realizada a partir de um avião com a bandeira dos EUA e outro com a insígnia venezuelana, que partiu de Palmerola, cerca de 80 quilômetros ao norte de Tegucigalpa, com destino ao país sul-americano, disse o ministro das Relações Exteriores.
Esse processo demonstra a cooperação positiva entre os governos de Honduras, dos Estados Unidos da América e da República Bolivariana da Venezuela, países com os quais Honduras está fortalecendo as relações diplomáticas e a cooperação cordial, ressaltou Reina.
Também faz parte das políticas de solidariedade desenvolvidas pela administração da presidente Xiomara Castro em favor dos migrantes em toda a região da América Latina e do Caribe, disse o ministro das Relações Exteriores.
Em operações semelhantes realizadas em 20 de fevereiro e 24 de março, dois grupos de 170 e 199 cidadãos venezuelanos, respectivamente, chegaram a Palmerola, departamento (região) de Comayagua, antes de serem embarcados em aeronaves com destino a seu país.
As autoridades dos EUA indicaram que planejam manter um fluxo constante de voos de deportação para a Venezuela nos próximos meses, em coordenação com os governos de Tegucigalpa e Caracas.
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