De acordo com o convite para o fórum, seu objetivo também é defender a unidade, a cultura, as raízes e a identidade da nação caribenha entre seus compatriotas no istmo.
O Salón del Magisterio Panameño, na capital, sediará o evento, que também fortalecerá os laços de fraternidade entre a diáspora e promoverá a solidariedade entre a comunidade.
As discussões sobre o trabalho interno e a disposição dos membros da Amcrp de continuar participando ativamente do desenvolvimento da economia cubana e da defesa da pátria são outros objetivos do intercâmbio.
Além disso, os participantes do fórum exigirão que Washington exclua Cuba de uma lista unilateral espúria de países que supostamente patrocinam o terrorismo, uma medida com a qual a administração de Donald Trump pretende apertar o cerco dos EUA, segundo relatos.
No Panamá, juntamente com o Comitê Coordenador Nacional de Solidariedade, a Amcrp tem sido uma das organizações que lideraram iniciativas contra o bloqueio, como caravanas e ações de ajuda humanitária a Havana em tempos difíceis de clima, terremotos ou as consequências da guerra econômica que está sendo imposta e afeta setores-chave como educação, saúde e energia, entre outros.
A Amcrp, liderada por Humberto Pérez, é um dos coletivos mais ativos nas redes sociais, uma plataforma usada para repudiar as tentativas da Casa Branca e seus lacaios de subverter a ordem política e constitucional em sua terra natal.
Cuba defende o fortalecimento dos laços com seus cidadãos que vivem em outros países para defender sua soberania e promove políticas que incentivam sua maior participação nos processos de desenvolvimento cultural e socioeconômico que ocorrem na maior das Antilhas.
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