De acordo com informações fornecidas por fontes do governo, os libertados foram acusados de conspiração para minar a segurança e a autoridade do Estado, após o golpe que levou o general Abdourahamane Tiani ao poder.
No entanto, observadores políticos notaram na quarta-feira que o ex-presidente deposto Mohamed Bazoum continua detido.
O líder da junta militar de Níger, Abdourahmane Tiani, foi empossado como presidente do país para um mandato de cinco anos em 26 de março.
A autoridade do general Tiani também foi fortalecida, pois pouco antes de assumir o cargo ele foi promovido ao posto de general do exército, consolidando sua autoridade como chefe de estado.
No calor desse mesmo ato de investidura, foi anunciada a aprovação da nova carta de transição recomendada por uma conferência nacional recente, de acordo com relatos da mídia.
Níger, Mali e Burkina Faso, membros da chamada Aliança do Sahel, têm enfrentado grupos islâmicos radicais no Sahel, que vêm atacando alvos militares e civis há vários anos.
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