Fontes da Polícia de Delhi confirmaram que quatro homens e uma mulher estão sob custódia em conexão com o incidente e presume-se que uma sexta pessoa esteja envolvida no planejamento.
Na quarta-feira, durante o Zero Hour, o horário para a consideração de assuntos urgentes, dois dos acusados entraram sorrateiramente na Lok Sabha (Câmara Baixa) pela galeria pública, jogaram botijões de gás amarelo e gritaram slogans antes de serem interceptados por vários dos parlamentares reunidos na sessão de inverno, de acordo com imagens de televisão. Ao mesmo tempo, duas outras pessoas realizaram ações idênticas em frente à legislatura e foram posteriormente presas por agentes da lei.
As autoridades disseram que um caso foi registrado de acordo com as seções relevantes da UAPA e do Código Penal Indiano (IPC) em relação ao incidente, que foi bem coordenado e planejado.
Também observaram que os envolvidos estavam em contato por meio de plataformas de mídia social e haviam feito um reconhecimento do local antes de chegar ao Parlamento.
Na sequência, a área ao redor do órgão foi transformada em uma fortaleza com a mobilização de policiais e militares, enquanto a célula especial da polícia de Delhi assumiu a investigação ainda em andamento.
A opinião pública nacional ainda está em choque, pois a falha de segurança ocorreu exatamente no 22º aniversário do ataque terrorista à estrutura que resultou em nove mortes, seis delas de policiais.
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