Falando na abertura da reunião do Grupo de Trabalho de Pesquisa e Inovação (RIWG) do G20 na Universidade de Free State, em Mangaung, o funcionário também enfatizou a importância da colaboração para garantir que todas as nações se beneficiem dos avanços científicos.
Em suas observações, Nzimande imaginou o RIWG como uma força motriz para a solidariedade, fornecendo consultoria política com base científica para a sustentabilidade.
A reunião dá atenção especial à chamada bioeconomia, descrita como um sistema econômico transformador que usa matérias-primas renováveis de origem vegetal para energia e indústria.
Há muito tempo, a África do Sul está na vanguarda das iniciativas de bioeconomia, cuja estratégia nacional foi lançada em 2013 como uma evolução da Estratégia de Biotecnologia de 2001, com o objetivo de estabelecer e expandir os setores de base biológica e aumentar a competitividade internacional, criar empregos sustentáveis, melhorar a segurança alimentar e promover uma economia com menos carbono.
Como uma das nações com maior diversidade biológica do mundo, lembrou o Ministro, a África do Sul é um local privilegiado para investimentos em bioprospecção. O país tem 10% de todas as espécies de plantas conhecidas e 15% de todas as espécies marinhas costeiras reconhecidas.
Espera-se que as discussões nessa reunião moldem as principais resoluções para a reunião ministerial do G20 programada para setembro de 2025.
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