Criado há uma década por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o bloco aceitou a entrada da Indonésia como membro pleno no início de 2025, para se juntar ao Egipto, Etiópia, Irã e Emirados Árabes Unidos, também membros da organização.
Desde 2023, a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff é presidente do NDB, com sede em Xangai, na China, e na véspera reuniu-se nesta capital com o presidente indonésio, Prabowo Subianto, com o interesse de fortalecer a relação de cooperação estratégica entre o país asiático e a instituição financeira.
O chefe de Estado manifestou total interesse em aproveitar a oportunidade proporcionada pela adesão ao Brics e em demonstrar o compromisso da Indonésia em apoiar o fortalecimento do papel do NDB como parceiro de desenvolvimento para os países em desenvolvimento.
Atualmente, os Brics representam cerca de 40% da população mundial e 37% do Produto Interno Bruto mundial em termos de poder de compra.
Outras nações que concordaram em ingressar em outra categoria do bloco, como associadas, são Cuba, Bolívia, Belarus, Cazaquistão, Malásia, Tailândia, Uganda e Uzbequistão. Por enquanto, espera-se que Nigéria, Turquia e Argélia confirmem a sua participação.
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