Em seu relato sobre o X, o ministro cubano das Relações Exteriores insistiu que essa data, promulgada em 1976, constitui um apelo urgente por justiça.
Exigimos o fim do genocídio contra esse povo irmão e reafirmamos nossa solidariedade e compromisso com sua causa justa. A Palestina deve ser independente e soberana, com as fronteiras anteriores a 1967, escreveu Rodríguez na rede social.
Nesse dia, a ilha caribenha comemora hoje o Dia da Terra Palestina, em memória do assassinato de seis jovens desse país durante uma manifestação contra a desapropriação de suas terras pelo regime sionista.
No dia anterior, os palestinos lembraram o 49º aniversário da primeira greve geral do povo palestino para exigir seus direitos e contra o roubo de seu território por Israel, durante um evento realizado no Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP).
“A guerra palestina não é apenas mais um conflito territorial, é uma crise de direitos humanos, onde o medo e a desconfiança se tornaram parte da vida cotidiana”, disse Mohammed Bheisi, um estudante palestino que estuda medicina em Cuba.
Bheisi agradeceu ao governo e ao povo cubano por sua demonstração de solidariedade.
Por sua vez, o presidente do ICAP, Fernando Gonzalez, disse que o país caribenho continuará a exigir o fim do genocídio israelense contra a Palestina e o reconhecimento dessa nação como um Estado na ONU.
O povo palestino está privado de seus direitos humanos, incluindo o direito à vida, disse González durante o ato de solidariedade que contou com a presença da membro do Bureau Político do Partido Comunista (PCC), Teresa Amarelle.
“Estamos aqui para denunciar perante a história o crime cometido contra a Palestina; o genocídio do qual seu povo é vítima é uma ferida aberta na consciência da humanidade”, declarou Fernando González, presidente do ICAP e Herói da República de Cuba.
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